As palavras ainda lhe morriam na garganta, à medida que a saudade lhe renascia no coração.
Não sabia se voltaria a ver-lhe o rosto ou a ouvir-lhe a voz. O beijo ficaria para sempre tatuado na pele. Mas agora, tudo isso era apenas memória, memória de um passado distante que apenas o Alzheimer lhe roubaria.
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